Acabou no dia 6 de novembro em Barcelona mais um encontro preparatório para a 15º Conferência da Partes sobre Mudanças Climáticas (COP 15). O clima geral era de desapontamento entre aqueles que estão na expectativa que o encontro em Copenhague seja decisório na assinatura de um tratado entre países para mitigação das mudanças climáticas.
Sem o estabelecimento de uma meta de redução de emissões de gases de efeito estufa por parte dos Estados Unidos, que espera para se posicionar votação da lei ambiental em trâmite no Senado do país, dificilmente sairá da COP um tratado internacional com peso de lei (Saiba mais).
Os ambientalistas, embora convencidos de que essa indefinição é resultado de uma falta de vontade política de países desenvolvidos e em desenvolvimento para agir, ainda acreditam que mesmo sem um tratado é possível conseguir um bom acordo global de clima.
No Brasil, a posição que o governo levará à reunião ainda é incerta e a falta de atitude do governo começa a pegar mal. Há algumas semanas, o presidente Lula apontou a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, como a possível representante do país na COP. A mesma ministra que está à frente do PAC com seus diversos projetos “insustentáveis” ambientalmente e que defende que o Brasil não assuma metas ousadas na reunião.
Depois, o presidente adiou para o dia 14/11, o anúncio das metas de redução das emissões que o Brasil irá apresentar. Dilma, segundo matéria da Folha de S. Paulo , adiantou após o Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas que a meta de redução deve ficar em torno de 40%, sendo 20% estão garantidas nos 80% da redução do desmatamento até 2020. Essa posição de fato não é ousada, uma vez que, como apontou a jornalista Miriam Leitão, promete o prometido.
Outro ponto em falso são as votações e a posição do governo diante de diversos projetos de lei da bancada ruralista que visam alterar o Código Florestal brasileiro para flexibilizar as leis relativas à fiscalização do desmatamento.
A impressão que fica é que o governo está definindo metas para “inglês” ver e desperdiçando a chance de o Brasil ser um exemplo para o mundo seguir na mitigação do aquecimento global.
Sem o estabelecimento de uma meta de redução de emissões de gases de efeito estufa por parte dos Estados Unidos, que espera para se posicionar votação da lei ambiental em trâmite no Senado do país, dificilmente sairá da COP um tratado internacional com peso de lei (Saiba mais).
Os ambientalistas, embora convencidos de que essa indefinição é resultado de uma falta de vontade política de países desenvolvidos e em desenvolvimento para agir, ainda acreditam que mesmo sem um tratado é possível conseguir um bom acordo global de clima.
No Brasil, a posição que o governo levará à reunião ainda é incerta e a falta de atitude do governo começa a pegar mal. Há algumas semanas, o presidente Lula apontou a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, como a possível representante do país na COP. A mesma ministra que está à frente do PAC com seus diversos projetos “insustentáveis” ambientalmente e que defende que o Brasil não assuma metas ousadas na reunião.
Depois, o presidente adiou para o dia 14/11, o anúncio das metas de redução das emissões que o Brasil irá apresentar. Dilma, segundo matéria da Folha de S. Paulo , adiantou após o Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas que a meta de redução deve ficar em torno de 40%, sendo 20% estão garantidas nos 80% da redução do desmatamento até 2020. Essa posição de fato não é ousada, uma vez que, como apontou a jornalista Miriam Leitão, promete o prometido.
Outro ponto em falso são as votações e a posição do governo diante de diversos projetos de lei da bancada ruralista que visam alterar o Código Florestal brasileiro para flexibilizar as leis relativas à fiscalização do desmatamento.
A impressão que fica é que o governo está definindo metas para “inglês” ver e desperdiçando a chance de o Brasil ser um exemplo para o mundo seguir na mitigação do aquecimento global.
(foto: altoladeira.wordpress.com)
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